Por que as vacinas na infância são importantes?

Vacinas salvam vidas. As imunizações protegem contra doenças que podem causar mortes.

Elas protegem não apenas seu filho de doenças mortais, como poliomielite, tétano e difteria, mas também fornecem proteção indireta às pessoas ao seu redor através da imunidade.


Isso quer dizer que indivíduos jovens demais para receber vacinas ou contraindicações médicas dependem de outras pessoas para se manterem saudáveis ​​e manter doenças fora da comunidade.


A maioria das vacinas do seu filho é concluída entre o nascimento e os 6 anos.

Isso significa que você precisará manter um registro cuidadoso das vacinas do seu filho.


Embora o consultório do seu médico também acompanhe, as pessoas mudam de médico, os registros são perdidos e a pessoa responsável por acompanhar as imunizações de seu filho é você.


Se seu filho perdeu uma imunização, você não precisa refazer a maioria das vacinas.


As imunizações anteriores ainda são válidas.


O seu médico continuará o cronograma de imunização. Se, por qualquer motivo, seu filho receber doses adicionais de uma vacina, isso também não é uma preocupação, embora ainda precise de doses futuras de acordo com o esquema recomendado.


Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, doenças que antes o Brasil havia erradicado e controlado voltam a preocupar por conta da baixa cobertura vacinal.


Sarampo e Poliomielite podem causar graves problemas de saúde e põe em risco a vida de crianças e adultos.


Foram mais de 2000 casos registrados de Sarampo no País desde o início de junho, sendo a grande maioria em São Paulo.


Já a Poliomielite teve o último caso identificado em 1989.



As vacinas são seguras?


Sim, as vacinas são seguras.


Elas passam por rigorosos testes e ensaios clínicos antes da aprovação, e continuam a ser monitoradas durante todo o uso.


Como com qualquer alimento ou medicamento, há sempre o potencial de efeitos colaterais ou reações alérgicas, mas o número de reações é extremamente baixo, especialmente quando se pensa em outros produtos comumente usados ​​como acetaminofeno ou alimentos altamente alergênicos como amendoim.


Ainda que seja raro encontrar pais contrários à vacinação como um todo, existem famílias que optam por “pular” algumas delas.


O medo dos efeitos adversos é o principal motivo.


No Brasil, a vacinação das crianças é obrigatória desde os anos 70, garantida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.


Mas, apesar de configurar um crime passível de prisão, os pais que optam por não vacinar os filhos costumam sofrer punições diferentes, como advertências, e, em alguns casos, até mesmo a perda da guarda ou destituição da tutela.


Lembre-se dessas informações para ajudar as imunizações de seu filho a serem mais tranqüilas:


  1. Os efeitos colaterais comuns das imunizações incluem inchaço no local da injeção, dor e febre.

  2. Discuta esses efeitos colaterais com seu médico e pergunte quais sintomas merecem uma atenção.

  3. Leve sempre consigo o cartão de vacinas do seu filho a todas as visitas ao consultório pediátrico e verifique se há assinatura e data em todas as vacinas.


Há quem acredite que a amamentação deve proteger seus filhos de doenças e nada mais é necessário. Isso é verdade?


A amamentação por si só não é suficiente para proteger os bebês de doenças evitáveis pela vacina.


Embora a amamentação forneça proteção a curto prazo contra doenças às quais a própria mãe é imune pela transmissão de anticorpos ao bebê, isso é de curta duração e não fornece imunidade a longo prazo; ela fornece imunidade passiva, um tipo que desaparece geralmente em meses, enquanto as vacinas fornecem imunidade ativa que dura anos ou até a vida toda.


As vacinas foram proclamadas uma das maiores conquistas da medicina moderna.


Elas são importantes não apenas para a saúde individual, mas também para a saúde da população.


Precisamos lembrar que a recomendação de vacinar é para proteger os mais vulneráveis ​​entre nós - bebês, com sistema imunológico comprometido e crianças que não podem ser vacinadas ou para quem as vacinas não funcionam.


Por isso, se você tem algum receio, informe-se em fontes confiáveis, converse com o pediatra do seu filho.


Dra. Noala Rodrigues

Médica Pediatra

CRM GO 15753

RQE 12438

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